Psicólogo: um ser “anormal”?

Psicólogo: um ser “anormal”?

O que você pensa sobre o profissional de Psicologia? Muitos dizem que são pessoas fora da “normalidade”…risos. Você concorda com isso???

Bem, posso falar por mim. Talvez não faça parte do padrão do conceito atual de “normalidade” mesmo. Acho-me diversas vezes um “peixe fora d’água” sim! Não me acostumo com o “caos normal”, com o que não faz bem a mim, nem em ver os outros infelizes.  Sonho com um mundo, no qual as pessoas se sintam bem!

Ah! Além de “anormal”, sou teimosa também! Apesar de todas as adversidades da vida e do mundo “cruel”, como todos dizem, teimo em acreditar que tudo pode melhorar! Penso que só depende da gente mesmo!

Depende de cada um escolher o que quer ou não quer para sua vida e decidir ir além, desde que não esteja ferindo a legalidade, nem a ética. Buscar realmente o que deseja, firme e persistentemente. Ultrapassar as barreiras do desconhecimento sobre si mesmo, buscar encontrar seu verdadeiro “Eu” e a congruência entre o pensar, o sentir e o agir, entre a mente, o cérebro e o coração.

Quando somos coerentes com nós mesmos, com nossos anseios e sonhos, aí sim, somos seres mais completos e realizados!

Temos saúde emocional e física. Física? Física também, claro!  

Diz o ditado: A mente sã é morada de um corpo são!

E assim é!

A tristeza, a mágoa, a culpa, o medo, a ansiedade, a apatia, a raiva, enfim todos os sentimentos ocupam nossas mentes e refletem no nosso corpo físico.

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Doenças: no corpo, na mente e na alma

Sentimentos “bons” e “ruins” são inerentes ao ser humano, fazem parte de nossas vidas, mas podemos escolher ficarmos presos a sentimentos negativos ou evoluirmos para pensamentos/sentimentos mais leves e positivos.  O que não acrescenta ao nosso bem estar precisa ser trabalhado, para que possamos seguir nossas vidas de forma mais harmônica.

Precisamos saber separar, também, o que pertence à nossa essência e o que absorvemos de nossos círculos familiares ou sociais, que não nos dizem respeito, não condiz com o que acreditamos como nossos ideais.  Se estamos sendo, reagindo e seguindo padrões que não fazem parte de nossa individualidade e nos afetam de forma negativa, portanto.

Caso a pessoa fique presa a um ciclo que a traga desarmonia emocional, acaba, inclusive, afetando em seu corpo físico também.

Estatísticas apontam que no Brasil, 5,8% da população sofre com a depressão. De acordo com dados da OMS – Organização Mundial de Saúde, somos o país com maior prevalência da doença na América Latina.  Apontam também que somos recordistas mundiais em prevalência de transtornos de ansiedade (9,3%).

Holos: o tratamento do ser por completo

E é na contramão disso tudo que convido você a entrar em um fluxo diferente do padrão atual e a participar com a gente, aqui na Holos,  de tratamentos que enxergam o ser humano como um ser integral, ou seja, de forma holística, forma que acredito ser a melhor, já que trata não a “doença” ou desequilíbrio e desarmonia, mas sim da pessoa que encontra-se doente ou em desarmonia.

Tratamentos que buscam a causa e não a consequência do que já se desestabilizou, para que seja um tratamento realmente efetivo.

Se você, assim como eu, acredita que é possível mudar e ser mais feliz e está disposto a batalhar por isso, conte comigo! Estou aqui disposta a te ajudar!

Sou graduada em Psicologia pela UFMG/2002, atuo no atendimento clínico com abordagem de Terapia Sistêmica, visando o auxílio no bem estar psicológico das pessoas, ajudando-as a enfrentar dificuldades/distúrbios emocionais.  

Possuo também formação em Terapia Floral, com atuação na modalidade, por acreditar que os florais nos auxiliam muito a trabalhar as emoções e a alcançar mais harmonia emocional com reflexo no corpo físico.

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